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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Geografia - A Estrutura Da Terra

    O globo terrestre é composto e dividido em 3 camadas: núcleo, manto e crosta. O núcleo corresponde a camada mais interna do planeta e é responsável pela existência do campo magnético da Terra, divide-se em núcleo inferior e superior. O núcleo inferior é sólido devido a altíssimas temperaturas. O que não ocorre no núcleo superior que é pastoso. O manto também é pastoso e representa a maior camada, o núcleo é a segunda maior. O manto é responsável pelas correntes de convicção, originando o movimento das placas tectônicas da crosta e consequentemente o relevo, solo, clima, vegetação (todos influenciados). As correntes de convicção se formam a partir do movimento de ascensão e rebaixamento do magma na medida em que esfria e aquece. A crosta é a camada mais externa e fria da terra, onde reside toda a vida do planeta que se formou a medida que o planeta esfriou durante os bilhões de anos em que permaneceu uma “bola” de magma no espaço. A crosta é fragmentada e cada bloco corresponde a uma “placa tectônica”. O Brasil está sobre a placa sul-americana e pouco distante do centro, desse modo, terremotos não possuem grande magnitude apesar de existirem. O Brasil não apresenta vulcões.
    Uma breve história da formação dos planetas. No começo, existia uma concentração de energia muito grande que se expandiu em algum momento, surgindo assim o universo. O universo está em crescente expansão e atualmente seu raio é de 380 trilhões de trilhões de quilômetros, logo não é infinito. Cálculo baseado na velocidade de distanciamento e aproximação das galáxias como a via-láctea e Andrômeda. Após esse período, massas de gases se aglutinaram ocorrendo fusão nuclear e originando novos elementos como hidrogênio, após a fusão, formou-se sólidos ao redor do centro de fusão, esse centro de fusão acumulou massa e energia, surgindo as primeiras estrelas. Os sólidos aglutinaram-se, surgindo os planetas, ainda que muito quentes. Ao esfriarem, alguns planetas, por estarem na chamada “zona habitável” formaram a partir de reações entre hidrogênio e oxigênio, água. Os mares surgiram a partir de grandes erupções vulcânicas, formando nuvens e originando em chuva por centenas de milhões de anos, até surgirem os oceanos. Assim, as primeiras formas biológicas surgiram na água, evoluindo para peixes, anfíbios, indo para a superfície e áreas secas e originando répteis, até chegar ao tempo atual.
    A Terra, como dito, divide-se em blocos gigantescos que estão em constante movimento. O cientista Wegener foi o primeiro a descobrir isso, não sabia dos blocos, mas afirmou que no começo os continentes eram um só e denominou de pangea e o mar de pantalassa. Ele estava certo, mas recebeu inúmeras críticas na época em que estava vivo por diversos outros pesquisadores, logo só foi comprovada décadas depois. Sua teoria ficou conhecida como “Deriva Continental”. Décadas depois foi formulada a teoria das placas tectônicas e originando todo o conhecimento em que estudamos até aqui junto as ideias de Wegener. Erupções vulcânicas, terremotos, tsunamis, todos esses eventos naturais estão relacionados aos movimentos das placas tectônicas. Esses movimentos são divididos em soerguimento (orogênese, movimentos horizontais) e subducção (epirogênese, movimentos verticais).

   As rochas existentes na superfície e na crosta são divididas em alguns grupos como as magmáticas, metamórficas e sedimentares. Magmáticas se formaram a partir do resfriamento do magma e são divididas em intrusivas e extrusivas. Intrusivas quando se formam no interior da crosta como o granito. Extrusivas como formam no exterior da crosta como o basalto existente no Brasil como o rico solo massapê no nordeste. As rochas metamórficas se formam a partir de condições específicas de temperatura e pressão pelo qual as rochas magmáticas passam e um exemplo é o gnaisse. Por último, as rochas sedimentares, como o próprio nome diz, são providas da compactação de sedimentos orgânicos como conchas e um exemplo é o calcário.

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